Marquei no GPS o endereço em Buenos Aires e saimos as 7:00 h para lá.
No caminho as cidades começaram a ficar mais proximas uma das outras e chegamos em Buenos Aires na concessionaria as 14:00 h.
Para variar eles estavam fechados para a Siesta, e voltavam 14:30.
Uma observação, voce chegar em uma cidade grande sem um GPS é a mesma coisa que hoje em dia voce não ter celular, é epoca das cavernas.
Pegamos grandes avenidas, complexos de viadutos e o danado nos entregou no endereço, muuuuuuito bom.
Porém na pressa não percebemos que era a concessionaria Honda errada.
Quando vimos fomos atá a outra porem a mesma estava fechada com aviso de ferias e só retornaria dia 01/03.
Voltamos na anterior e explicamo nossa necessidade, eles ligaram na Honda e tinha duas transmissões novas, já que a coroa também estava bem desgastada.
No mercado paralelo nao se encontra estas peças pois como falei não tem muita Varadero na Argentina, aliás como ja disse antes a Yamaha é bem maior e Honda tem um mercado pequeno.
Porém els só conseguiriam pegar a para no dia seguinte.
Deixamos as motos, pegamos um taxi e fomos procurar um Hotel.
Fomos para a região de Puerto Madero, que é um porto que foi reformado e cherio de Bares e restaurantes onde pra sairmos seria mais facil.
Como fomos para Buenos Aires e a moto só ficaria pronta no outro dia a a tarde, fomos repensar o caminho de volta e resolvemos que iriamos pelo Uruguai entrariamos por Chuí e seguriamos via beira Mar até Curitiba.
Para atravessar para o Uruguais tem um Barco que leva pessoas e carros, a travessia dura 45 minutos e depois de um banho fomos a agencia comprar passagem para nós e para as motos.
A Ideia era comprar os tickets e depois irmos para Puerto Madero.
Fomos os ultimos a entrar na agencia para comprar e como o Bucbus só tinha horario as 15:30 e 20:00 h compramos os da 20:00 com chegada as 22:00 pois no Uruguai era uma hora a mais.
Como iamos chegar este horario e ainda ter que procurar hotel, na agencia já reservamos pois eles tinahm este serviço.
Beleza só que na hora de pagar não passou nehum dos nossos cartões, pois pedia que ligasse para operadora para pedir autorização e o cara do caixa não estava a fim de ajudar.
resultado eu e o Marcelo rapamos os bolsos para pagar os tickets.
Duros voltamos ao Hotel para pegar uns trocados ue tinhamos lá para não sair de bolso vazio.
Em Puerto Madero, acabamos escolhendo ir a uma parrilha que se chama cabana Las Linas, que do mesmo dono da Rubayat em São Paulo. Não precisa falar que brasilheiro que vai a Buenos Aires tem que bater cartão lá, então não faltava brasileiros lá.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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